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Você sabe o que é Pré-Diabetes?

O termo identifica as pessoas que possuem risco potencial de desenvolver o diabetes e substituiu as antigas a expressões "intolerância ao teste de glicose" e "glicemia de jejum alterada".
Confirmado o diagnóstico de pré-diabetes, medidas preventivas devem ser tomadas como: atividades física, plano alimentar saudável, ambos adequados às necessidades individuais.

Como Detectar

A melhor maneira de detectar o pré-diabetes é através da dosagem da glicemia. A taxa glicêmica em jejum deve ficar entre 100 e 125mg/dl.

Como Prevenir o Pré-diabetes

Manter uma alimentação saudável e praticar regularmente atividade física são hábitos que ainda constituem a melhor forma de prevenção. Estudos mostram que tais medidas reduzem a taxa de novos casos em mais da metade em um período de dois a cinco anos de acompanhamento.

Fatores de Risco para Diabetes Tipo 2

O risco aumenta nos seguintes casos:

      • Obesidade
      • Familiar próximo com diabetes (pai, mãe, irmãos e filhos)
      • Sedentarismo
      • Mulheres que tiveram filhos, que nasceram com mais de quatro quilos
      • Hipertensão arterial
      • Colesterol ou triglicérides alterados
      • Síndrome dos ovários policísticos ou acantose nigricante
      • Histórico de doença vascular

Fonte: http://www.adj.org.br/

4 pessoas que podem fazer você engordar

Uma pesquisa publicada pela revista Health apresenta os quatro vilões que nos ajudam a colocar uns quilinhos a mais no dia-a-dia. E eles estão mais próximos do que você imagina... 

 

1. Seu parceiro

Segundo cientistas a chance de ficar obeso no que eles chamam de “ambiente compartilhado” (com tradução livre) é de 37% se seu parceiro tem um pouco a mais de peso. O ideal é investir em trabalho em equipe e ao mesmo tempo fazer dietas diferenciadas para o casal.

 

2. Seus filhos

Outro estudo descobriu que mães consumem em média 400 calorias a mais que mulheres sem filhos. É difícil resistir às guloseimas preparadas para a meninada.

 

3. Sua BFF

Se sua melhor amiga tiver um pesinho a mais, as chances de você se tornar obesa aumenta em 57%, segundo pesquisas. Quando sair com os amigos para passear ou se reunir para uma festinha, é preciso ser forte para resistir às delícias e não ser uma “Maria vai com as outras” na hora da comedeira.


4.  Seus colegas de trabalho

Viagens de negócio são ótimas para colocar uns quilos a mais. Segundo um estudo da Universidade do Estado da Geórgia (EUA) se você sai para comer com um grupo de sete pessoas ou mais, você vai comer em média 96% mais que o normal.

Fonte: http://goo.gl/keiSnf

Viva Diet e Center Shopping desenvolvem ações gratuitas de prevenção e orientação no Dia Mundial do Diabetes

Nesta sexta-feira, 14 de novembro, das 10 às 22h, serão realizadas medição de glicemia e orientações sobre questões que envolvem o diabetes

Em uma parceria com foco na valorização da saúde, a Viva Diet, drogaria e casa do diabético, e o Center Shopping Uberlândia, se juntam para desenvolver uma campanha de prevenção e conscientização no Dia Mundial do Diabetes, que é celebrado no dia 14 de novembro e neste ano tem como tema “Vida Saudável e Diabetes”. A torre do UBT, espaço comercial de lajes corporativas para locação localizada no complexo Center Shopping, também irá aderir à campanha trocando sua iluminação de fachada neste dia para tons de azul, cor que representa a campanha.

Durante toda a sexta-feira (14) no corredor próximo a loja Saraiva no Piso 1, profissionais farmacêuticos, nutricionistas e educadores em diabetes convidados pela Viva Diet estarão medindo a glicemia do público gratuitamente e fornecendo educação em diabetes e nutrição. Para participar basta comparecer no quiosque e receber o atendimento.

O Brasil ocupa o quarto lugar no mundo em número de casos de diabetes, com mais 13,4 milhões de portadores de diabetes tipo 1 e 2. Diante deste cenário o educador em diabetes e diretor da Viva Diet, Flávio Timbó, chama a atenção para a importância da prevenção e o diagnóstico da doença precocemente. “Os números são alarmantes, mas por meio da instrução, conhecimento e mudança de alguns hábitos podemos controlar muitos casos de diabetes e melhorar a qualidade de vida da população”, ressalta o especialista.

Para a gerente de marketing do Center Shopping, Mairá Mendonça, a realização desta parceria com a Viva Diet reforça o papel social do Shopping. “Por ser o maior centro de compras de Minas Gerais e um dos principais do país, o Center Shopping se preocupa com o seu papel social e por isso temos a responsabilidade de oferecer aos nossos clientes opções que vão além dos mais variados produtos e serviços de qualidade que aqui são disponibilizados. Queremos contribuir com atividades de prevenção e conscientização, como esta realizada no Dia Mundial do Diabetes. É por isso que sempre participamos de ações de prevenção, como a do Câncer, e sempre abrimos espaço para as campanhas de vacinação. Acreditamos nestas iniciativas e valorizamos muito estas parcerias”, afirma Mairá Mendonça.

Campanha

O tema da campanha deste ano até 2016 é ‘Vida Saudável e Diabetes’, com o foco em três áreas importantes: educação alimentar, atividade física e educação em diabetes. A celebração mundial foi criada em 1991 pela IDF - International Diabetes Federation (Federação Internacional do Diabetes), em conjunto com a OMS - Organização Mundial da Saúde. O Dia Mundial surgiu em resposta às preocupações em relação aos alarmantes números de diagnósticos no mundo. Desde 2007 a data é oficial pela ONU (Organização das Nações Unidas).

O diabetes pode acometer também o seu felino

Saiba como identificar e tratar a doença em seu gato

Assim como em humanos e cães, o diabetes é uma deficiência endócrina que também pode se manifestar em gatos domésticos ou em outros felinos. Ela acomete o animal provocando dificuldade do organismo transformar toda a glicose ingerida em energia. Essa deficiência se dá ou por produção insuficiente de insulina pelo pâncreas, caracterizando o tipo I da doença, ou pela resistência à ação da insulina produzida pelo corpo, sendo este o tipo II da enfermidade.

Atualmente, estima-se que um em cada 200 gatos tenham a doença, sendo que ela pode apresentar peculiaridades em felinos, como o diabetes transitório, o fenômeno de Somogyi - no qual a hipoglicemia induzida pela insulina poderia causar uma resposta hormonal contra regulatória capaz de produzir hiperglicemia - e a hiperglicemia de estresse, dificultando ainda mais o diagnóstico para o diabetes mellitus felino, que em geral leva tempo devido ao comportamento do animal, que por instinto de defesa não costuma revelar explicitamente seu desconforto. Diferenças, até mesmo sutis, na maneira do animal agir são indícios de que algo está errado com a saúde dele. O aumento do número de vezes que o gato utiliza a caixa de areia para urinar, sede excessiva e consumo elevado de alimento acompanhado de mudança repentina de peso são os principais sintomas. Gatos com peso elevado, castrados e com idade avançada fazem parte do grupo de risco da doença.

O tratamento do diabetes felino pretende resolver os sintomas da doença, ou seja, os sinais clínicos, visando evitar complicações futuras. Esses sinais podem ser tratados pela correção do peso, através de uma dieta regrada, pelo consumo de hipoglicemiantes e insulinoterapia. Monitorar os níveis de glicose do pet é essencial e pode ser feito de diversas maneiras, como: avaliar diariamente a glicosúria, monitorar a glicemia na própria residência, realizar o exame de curva glicêmica e realizar exames de sangue para averiguar a dosagem de hemoglobina glicada na corrente sanguínea do animal.

Mudanças na rotina de um gato podem até causar aborrecimentos no início, devido ao comportamento característico da espécie, mas em pouco tempo o animal se acostumará com os novos hábitos, fundamentais para manter em dia a saúde do pequeno amigo.

Fontes:

PET DIABETES MONTH; Disponível em: http://www.petdiabetesmonth.pt/cat_what_is.asp . Acesso em 02 de setembro de 2013.

LINK ANIMAL; “Diabetes em gatos”. Disponível em: http://www.linkanimal.com.br/gatos/saude-de-gatos/diabetes-em-gatos.html#.Uh-yrxukpKY. Acesso em 02 de setembro de 2013.

FMVZ – UNESP; “Diabetes mellitus em Gatos”. Disponível em: http://www.fmvz.unesp.br/dermatovet2/Diabetes%20mellitus%20em%20felinos.pdf. Acesso em 02 de setembro de 2013.

MARCHETTI, Jéssica Y. H.; Diabetes mellitus em gatos. São Paulo, 2007. http://www.qualittas.com.br/principal/uploads/documentos/Diabetes%20Mellitus%20em%20Gatos%20-%20Jessica%20Yuri%20Hayama%20Marchetti.PDF. Acesso em 02 de setembro de 2013.

BIBLIOMED; Fenômeno de Somogyi. Disponível em: http://www.bibliomed.com.br/lib/showdoc.cfm?LibDocID=15002. Acesso em 20 de setembro de 2013.

Como visto no: www.portaldiabetes.com.br

Saiba tudo sobre o chocolate

Conheça nossos chocolates diet: http://www.redevivadiet.com.br/chocolates-diet

Fonte: g1.com.br

Dicas para controlar o diabetes

 

Pessoas com diabetes podem levar uma vida normal, comendo quase tudo o que gosta. Dai a importância de conversar com um médico e nutricionista para elaborar uma dieta adequada a cada caso, estabelecendo a quantidade ideal de calorias, carboidratos e combinações nutricionais para cada refeição e, claro, para aprender a lidar com a medicação.

 

O importante é consumir uma mistura equilibrada de carboidratos, proteínas e gorduras saudáveis, com ênfase em verduras, frutas, legumes, carnes magras, grãos integrais. E, em hipótese alguma, abusar de doces, álcool, refrigerantes, frituras e gorduras de origem animal.

 

1º passo: estabeleça horários para as refeições, distribuindo-as em 5 ou 6 porções diárias.

 

            Respeite ao máximo os horários das refeições.


            Procure fazer de 5 a 6 refeições ao longo do dia.


            Intercale lanches saudáveis entre as três principais refeições.

            Evite pular refeições. A alimentação regrada ajuda no controle da glicemia e reduz o consumo excessivo de alimentos na refeição seguinte.

            Nos lanches, prefira frutas ou algo mais leve.

 

 

2º passo: consuma tipos variados de verduras, legumes e frutas, prefira sempre aqueles de coloração intensa, como os verde-escuros e amarelos.

 

            Este grupo de alimentos está associado a um menor risco de obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.

 

 

3º passo: escolha alimentos ricos em fibras como verduras, frutas, legumes, feijão, cereais integrais (arroz e pão integral) e farinhas (aveia, trigo).

 

            As fibras são componentes dos alimentos que, além de ajudar na função digestiva, colaboram para reduzir o colesterol.


            As fibras estão presentes em vegetais, especialmente se consumidos crus.


            Consuma três ou mais porções de legumes e verduras e duas porções ou mais de frutas como parte principal das refeições, sobremesas e lanches.


            Coma, se possível, quatro vezes por semana: feijão, lentilha, ervilha, fava ou grão de bico, preferencialmente. O feijão tem proteína e é rico em ferro. Coloque pelo menos uma concha de feijão ou de outras leguminosas em seu prato no almoço e no jantar.


            Outra opção para aumentar o consumo de fibras é utilizar cereais integrais, farelos de arroz e aveia. A tradicional combinação de arroz com feijão é uma ótima fonte de proteínas.

 

 

4º passo: evite alimentos ricos em açúcar como doces, refrigerantes, chocolates, balas e guloseimas.

 

 

5º passo: consuma pouco sal de cozinha e evite alimentos com alto teor de sódio. Prefira ervas (salsa, coentro, cebolinha, orégano) ou limão para tornar as refeições mais saborosas.

 

            O sal contém sódio, o elemento químico associado à hipertensão.


            Sempre leia os rótulos e embalagens dos alimentos industrializados.


            Ao comprar sal, observe se é iodado. O iodo é importante para prevenir certas doenças.

 

6º passo: diminua o consumo de gordura.

 

            A ingestão excessiva de gorduras pode levar à obesidade, além de contribuir para o diabetes, pressão alta, aumento de colesterol, doenças cardíacas e até mesmo alguns tipos de câncer.


            O consumo de gordura deve ser moderado, prefira leite desnatado e derivados com baixo teor de gordura (queijos brancos), carnes magras e alimentos preparados com pouco óleo.


            Diminua a quantidade de margarina e manteiga.


            Evite frituras e alimentos industrializados com gordura vegetal hidrogenada. Use óleo de soja para cozinhar.


            Retire o excesso de gordura visível, antes do preparo dos alimentos (pele de frango e gordura aparente das carnes, por exemplo).


            Dê preferência a alimentos assados e cozidos.


            Azeite de oliva pode ser acrescentado a saladas, legumes e pratos prontos, embora com moderação.

 

 

7º passo: evite o fumo e as bebidas alcoólicas.

 

 

8º passo: beba muita água!

 

            O ideal é beber dois litros de água por dia (6 a 8 copos), nos intervalos das refeições principais. Porém, no caso de hipertensão ou diabetes, consulte sempre seu médico sobre a quantidade adequada.


            Evite refrigerantes e bebidas alcoólicas.


            Prefira sucos de frutas naturais, mas, se tomar o suco, considere-o como equivalente a uma porção de fruta.

 

 

9º passo: mantenha peso saudável.

 

            Peso saudável é aquele adequado para cada pessoa, de acordo com seu biótipo e características.


            O excesso de peso decorrente do acúmulo de gordura aumenta o risco de várias doenças, incluindo diabetes e hipertensão. Para saber se seu peso está adequado, faça o cálculo simples de seu Índice de Massa Corpórea (IMC): divida seu peso (kg) por sua altura elevada ao quadrado (m2). Se o valor estiver entre 18,5 e 24,9 kg/m², tudo bem. Caso contrário, procure seu médico. Se quiser, utilize a calculadora e verifique se o seu IMC está dentro do padrão no quadro abaixo. 

 

Peso:

(em Kg - Ex.: 80)

Altura:

(em m - Ex.: 1,80)

 

Categoria

IMC

Abaixo do peso

Abaixo de 18,5

Peso normal

18,5 - 24,9

Sobrepeso

25,0 - 29,9

Obesidade Grau I

30,0 - 34,9

Obesidade Grau II

35,0 - 39,9

Obesidade Grau III

40,0 e acima

 

 

10º passo: procure ter alimentação saudável e atividade física regular e moderada.

 

            A alimentação saudável é aquela que atende às necessidades de nutrientes que o organismo precisa, sendo variada, saborosa e baseada em alimentos naturais, respeitando a cultura alimentar da região.


            Comer deve ser sempre um prazer, associado à convivência familiar e social.

            Movimentar-se e tornar-se mais ativo é essencial para a saúde física e mental.

            A atividade física e uma alimentação saudável são fundamentais para a saúde e a qualidade de vida em qualquer idade.


            Procure fazer algo agradável no dia a dia, diferente das atividades profissionais. O lazer com a família e os amigos contribui para a qualidade de vida e melhora o rendimento no trabalho.

 

Confira a pirâmide alimentar que mostra como distribuir os nutrientes em sua refeição. Lembre-se de que todos os grupos alimentares devem estar presentes na sua alimentação, divididos ao longo do dia e com equilíbrio na distribuição das porções de cada um deles.

 

 

  

Converse com seu médico, nutricionista e educador físico para definir uma dieta e atividade física adequada ao seu caso. Pessoas com diabetes devem ter sua orientação nutricional definida individualmente, levando em conta fatores como idade, sexo, peso, tipo de atividades e de medicamentos, além de metas e objetivos a serem atingidos.

 

 

 Controle do peso

 

A perda progressiva e constante de apenas 5% ou 10% do peso pode ser suficiente para reduzir o risco de incidência do diabetes tipo 2 e suas complicações, assim como para melhorar os níveis de colesterol, pressão arterial, estresse sobre os joelhos e dispensar, em alguns casos, a necessidade de medicamentos. 

 

Dicas para a perda de peso saudável

 

            Junto com seu médico e nutricionista, defina uma meta realista para perder peso.


            Procure iniciar a perda de peso em um momento de vida favorável e tranquilo.


            Avalie honestamente seus hábitos alimentares ao longo de uma semana.


            Fuja das dietas mágicas.


            Evite tentação das guloseimas e lanchonetes.


            Procure envolver toda a sua família em seus planos.

 

Não tome medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser extremamente perigoso para a sua saúde.

Fonte: Starbem https://www.starbem.com.br/

 

Açúcar mascavo ou refinado?

Vários internautas nos enviam dúvidas sobre o consumo do açúcar mascavo. Por ter imagem de ser uma alternativa mais saudável do que o refinado, vários questionamentos surgem a seu respeito. Para esclarecer as dúvidas, a Dra. Ana Maria Calábria, do Departamento de Nutrição e Metabologia da SBD (gestão 2008-2009), responde as perguntas mais freqüentes sobre este tipo de açúcar. 

1) O que é o açúcar mascavo?

 

O açúcar mascavo tradicional é um alimento obtido diretamente da concentração do caldo de cana recém-extraído. Este processo elimina o uso de aditivos químicos para o processo de branqueamento e clarificação. Sua cor pode variar do dourado ao marrom-escuro, em função da variedade e da estação do ano em que é a cana é colhida.

2) Qual a diferença entre açúcar mascavo e açúcar refinado (composição química, quantidade de carboidratos, composição nutricional, calorias)?

 Composição

Refinado 

Mascavo 

Calorias (cal)

387

376

Carboidratos (g)

99,9

97,33

Vitamina B1 (mg)

0

0,01

Vitamina B2 (mg)

0,02

0,01

Vitamina B6 (mg)

0

0,03

Cálcio (mg)

1

 85

Magnésio (mg)

0

 29

Cobre (mg)

0,04

 0,3

Fósforo (mg)

 2

 22

Potássio (mg)

 2

 346

3) Existe algum benefício no consumo de açúcar mascavo, em substituição ao açúcar refinado?

O açúcar de mesa passa por um processo de refinamento. O açúcar mascavo, por não passar pelo mesmo processo, mantém as vitaminas e sais minerais da cana-de-açúcar. Apesar disso, a diferença calórica e de grama de carboidratos não são tão significativas, como mostra a tabela acima.

4) A pessoa com diabetes pode consumir açúcar mascavo? Que cuidados devem ser tomados?

Pessoas com diabetes podem, sim, consumir o açúcar mascavo, desde que sua quantidade seja computada como valor calórico e gramas de carboidrato, pois é igualmente absorvido e eleva a glicemia a patamares similares ao açúcar comum.

5) A glicose do açúcar mascavo eleva a glicemia mais rapidamente do que o açúcar refinado?

Não existem estudos baseados em evidências que confirmem essa afirmação. Logo, todas as pessoas com diabetes que preferirem utilizá-lo deverão usar as mesmas recomendações que receberam para o açúcar comum.

6) A diferença de nutrientes entre os dois tipos de açúcares traz algum benefício para quem consome? Quais?

Podem ser observadas diferenças quanto às fontes de cálcio, magnésio, fósforo e potássio, que são maiores no açúcar mascavo. Porém, isso não sugere que pessoas com diabetes tenham que preferir o açúcar mascavo, pois o que deve ser considerado nessa opção são os valores de calorias e de gramas de carboidratos que vão interferir na glicemia.

As necessidades destes minerais podem ser supridas com outros alimentos que não contenham valores tão altos de calorias e de carboidrato. Para tanto, uma consulta com o profissional nutricionista seria relevante. Assim, é possível conhecer como seria uma alimentação quantitativa e qualitativamente adequada para cada caso, em relação a fontes de energia, carboidrato, gorduras, proteínas, vitaminas e sais minerais, para viver de forma saudável.

É importante observar que o açúcar mascavo adoça igualmente ao açúcar comum. Entretanto, o que importa é o teor de sacarose (carboidrato) que contêm e nessa relação eles se equivalem.

Fonte: SBD http://www.diabetes.org.br/

Como decifrar as informações dos rótulos de alimentos

No Brasil a rotulagem nutricional é obrigatória e é uma maneira de comunicar as características dos alimentos para os consumidores. Por isso, compreender as informações que estão no rótulo pode ajudar nas escolhas alimentares e, assim, a manter uma alimentação mais adequada. Porém, não são todos que conseguem ler e entender as informações descritas. Será pontuado abaixo o que deve conter em um rótulo e como interpretar tais informações.

ITENS OBRIGATÓRIOS:



O que significam os itens da tabela de informações nutricionais:

 

  • VALOR ENERGÉTICO

É a energia produzida pelo nosso corpo proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais, Na rotulagem nutricional o valor energético é expresso em forma de quilocalorias (kcal) e quilojoules (kJ).
Prefira alimentos com ↓ valor calórico. Mas de 400kcal/100g é bastante elevado.

  • CARBOIDRATOS

São os nutrientes cuja principal função é fornecer a energia para as células do corpo. São encontrados em maior quantidade em massas, arroz, açúcar, mel, pães, farinhas, tubérculos (batata, mandioca, inhame, etc.) e doces em geral.
Alimentos ricos em carboidrato com mais de 6g/100g de fibras e proteína, são boa escolha.

  • PROTEÍNAS

São nutrientes necessários para construção e manutenção dos nossos órgãos, tecidos e células. Encontramos nas carnes, ovos, leite e derivados, e nas leguminosas (feijão, soja e ervilha).

  • GORDURAS TOTAIS

São nutrientes que também fornecem energia para o corpo e ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K. As gorduras totais referem-se à soma de todos os tipos de gorduras encontradas em um alimento, tanto de origem animal quanto de origem vegetal.
Procure alimentos com menos de 10g de gordura por 100g.

  • GORDURAS SATURADAS

Tipo de gordura presente em alimentos de origem animal. O consumo excessivo desse tipo de gordura pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, por isso o consumo deve ser moderado. São exemplos: carnes, toucinho, pele de frango, queijos, leite integral, manteiga e requeijão. 
Prefira alimentos com pouca ou nenhuma gordura saturada.

  • GORDURA TRANS

Encontrada em grande quantidade em alimentos que utilizam gordura vegetal hidrogenada em suas preparações. O consumo desse tipo de gordura deve ser muito reduzido, considerando que o nosso corpo não precisa desse tipo de gordura, além de aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Não se deve consumir mais de 2 gramas/dia.

  • FIBRAS ALIMENTARES

Está presente em diversos tipo de alimentos de origem vegetal, como frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais. A ingestão de fibras auxilia no funcionamento do intestino.
Consumo de 30 gramas/dia.

  • SÓDIO

Está presente no sal de cozinha e em alimentos industrializados (embutidos, enlatados, salgadinhos, molhos prontos). Devem ser consumidos com moderação, pois em excesso podem causar o aumento da pressão arterial.
Máximo de 480mg/porção ou 2000mg/dia.

Os rótulos são feitos para transmitir informações, de forma clara, sobre os alimentos, dando ao consumidor a possibilidade de escolhas saudáveis que contribuam com a sua saúde.


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Fonte: SBD - http://www.diabetes.org.br

Dúvidas Frequentes sobre Diabetes

A seção traz respostas a dúvidas comuns relacionadas ao diabetes. As questões estão agrupadas por áreas como Nutrição, Enfermagem e Psicologia.

NUTRIÇÃO

A pessoa com diabetes pode comer macarrão? 
Sim. Todos os carboidratos podem ser consumidos dentro de um plano alimentar saudável. O importante é conhecer as porções dos alimentos, para que não haja abusos nas quantidades.

A pessoa com diabetes pode comer caqui, abacate, manga? 
Sim. Não existe restrição no consumo de frutas. Deve ser consumida nas quantidades indicadas por sua nutricionista.

A pessoa com diabetes pode consumir sanduiches, pizza entre outros alimentos chamados fastfood? 
Pode-se substituir uma refeição inteira (almoço ou jantar), porém a quantidade e freqüência devem ser orientadas por um nutricionista. Lembrando que esses alimentos são ricos em gorduras.

A criança com diabetes precisa consumir leite desnatado? 
Não. O ideal é consumir leite integral devido à fase de crescimento.

Qual a diferença entre diet e light? 
DIET: alimentos dietéticos são aqueles especialmente formulados ou produzidos, de forma que a sua composição atenda a necessidades de pessoas com exigências físicas, metabólicas, fisiológicas ou patológicas particulares. São produtos indicados para pessoas com restrições de nutrientes, (gordura, carboidrato, proteína, sódio, glúten), comparado com sua fórmula original. Para isso, os produtos diet devem retirar 100% de pelo menos um dos ingredientes constantes em sua composição original.
LIGHT: alimentos com mínimo de 25% em restrição de um ou mais componentes em relação ao produto tradicional, ex: (açúcares, gordura saturada, gordura total, colesterol e sódio).

Os adoçantes causam algum problema de saúde? 
Os adoçantes podem ser consumidos pelas pessoas com diabetes, respeitando sua IDA (Ingestão Diária Recomendada), isto significa um nível do composto químico que possa ser consumido diariamente com segurança durante toda a vida. Veja o que isso significa:

Edulcorante Poder adoçante comparado a sacarose IDA Kg/peso
Sacarina 200 a 700 vezes 5 mg
Ciclamato 30 a 140 vezes 11mg
Aspartame 120 a 200 vezes 40mg
Acessulfame K 125 a 250 vezes 15mg
Stevia 300 vezes 5,5 mg
Sucralose 400 a 800 vezes 15mg
Sorbitol 0,5 a 0,7 vezes Bom senso

ENFERMAGEM

A insulina deve sempre que ficar na geladeira?
A insulina de reserva deverá ser guardada em geladeira na temperatura de 2 a 8 graus (local: acima da gaveta de legumes), em caixa plástica para não molhar a embalagem original. Já a insulina de uso poderá ficar fora da geladeira, porém dentro da caixinha protegido da luz; se a opção for conservar na geladeira, deverá ser tirada 30 minutos antes da aplicação para não ser usada gelada.
 
Pessoas com DM2,  que usam medicamento oral, mas não sentem-se bem, podem trocar por outro medicamento?
A sensação de mal estar é comum com o uso de alguns medicamentos, porém a troca de medicação é feita somente com o consentimento do médico, com a prescrição da dose e do horário.
 
Meu filho tem 16 anos e DM1 há 5 anos. Qual o melhor cuidado para evitar complicações nesse momento?
Fazer uso da monitorização como recurso importante para o bom controle glicêmico. Fazer uso da insulina conforme prescrição médica, obedecendo rodízio e técnica correta de aplicação. Ter médico e consultá-lo a cada três meses ou quando necessário se possível, realizar os exames laboratoriais solicitados inclusive a Hemoglobina Glicada. Consultar o oftalmologista uma vez ao ano e dentista duas vezes ao ano. Realizar um plano alimentar saudável com orientação de uma nutricionista. Praticar atividades físicas. Também é importante participar de atividades educativas, como as da ADJ, para se manter atualizado.

Pessoas com diabetes tipo 1 terão que usar insulina injetável para sempre?
Todos nós, tendo ou não diabetes, precisamos de insulina em período integral de nossas vidas.
A partir do diagnóstico de DM1 o uso da insulina será necessário sim, para sempre.
A insulina injetável é fabricada procurando imitar a natural do organismo das pessoas que não têm diabetes.
 
Pessoas com diabetes podem ter filhos?
O diabetes não impede as pessoas de ter uma vida social, afetiva e familiar normal. O segredo é APRENDER sobre o diabetes, para poder manter um bom controle de sua glicemia. Mulheres que têm diabetes, com glicemias bem controladas e gravidez planejada, terão gestação normal.

PSICOLOGIA

Existe diabetes emocional?
Não. Existem três tipos principais de diabetes: tipo 1, 2 e gestacional e alguns tipos específicos (menos comuns). 

O estado emocional altera o meu diabetes?
A resposta é que o estado emocional interfere sim nas taxas glicêmicas, assim como outros fatores como uso de medicamentos, alimentação e atividade física. Mas é importante prestar atenção para glicemias sempre elevadas, pois os estados emocionais não costumam provocar alterações duradouras. Neste caso, a recomendação é procurar o médico para ajuste no tratamento.

Fonte: http://www.adj.org.br

Como cuidar de uma hipoglicemia?



De repente dá aquela fome, confusão mental, tremores, suores, fraqueza, coração acelerado, sonolência... Quase toda pessoa com diabetes já sentiu isso. A hipoglicemia pode acontecer com os que usam insulina ou medicação oral.

Na maioria das vezes o próprio paciente identifica os sintomas e ingere algum alimento com açúcar. Em outras ocasiões, necessita-se de socorro. Surgem, então, perguntas muito comuns entre aqueles que convivem com alguém que tem diabetes. Como sei que alguém está com hipoglicemia? O que faço quando isto acontecer?

Por que acontece?

 

As hipoglicemias significam baixo nível de glicose no sangue (glicemia abaixo de 60 mg/dl). Geralmente são ocasionadas por falta de refeições nos horários corretos, por exercícios físicos excessivos, ou por doses elevadas de insulina e/ou medicamentos (hipoglicemiantes orais).

As melhores alternativas para evitar o surgimento de hipoglicemias são: respeitar os horários corretos das refeições, programar os exercícios físicos (horário e alimentação adequados), seguir as doses corretas de insulina e/ou comprimidos recomendados pelo médico.

Quais são os sintomas?

Os sintomas clássicos de hipoglicemia são suor em excesso, sonolência, fraqueza, coração acelerado (palpitações), tremores, visão dupla ou turva, fome súbita, confusão mental. O valor da glicemia a partir do qual esses sintomas aparecem costuma ser diferente de paciente para paciente, dependendo inclusive da freqüência dos episódios hipoglicêmicos.

Se os níveis de glicemia chegarem a valores muito baixos, acontece o coma hipoglicêmico. Nesta situação, os valores de glicose no sangue estão tão baixos que são insuficientes para o cérebro continuar funcionando adequadamente. Em geral, a pessoa fica semi-consciente (comporta-se como um embriagado) ou inconsciente.

Como tratar?

Paciente acordado, consciente: Oferecer um alimento assim que desconfiar que está hipoglicêmico (preferencialmente confirmado pela medição da glicemia na ponta do dedo). 
Deve-se ingerir 15 g de carboidratos, como por exemplo:

  • 1 colher de sopa rasa de açúcar com água
  • 150 ml de refrigerante regular (não dietético) - 1 copo pequeno
  • 150 ml de suco de laranja - 1 copo pequeno
  • 3 balas de caramelo 

Aguarde 15 minutos e verifique a glicemia novamente. Caso permaneça menor que 79 mg/dl, repetir o esquema.

Paciente semi-consciente ou inconsciente: Nestes casos, o paciente não consegue mais ingerir alimentos. Não se deve insistir que o paciente se alimente, sob o risco de que aspire o alimento para o pulmão. A melhor opção é injetar glucagon – hormônio que faz o
contrário do que a insulina faz, ou seja, aumenta a glicose no sangue. Sugere-se que a pessoa com diabetes (principalmente aquela que usa insulina) tenha sempre consigo uma ampola de glucagon para essas situações. A injeção é subcutânea, como a da insulina.

Outra opção é colocar um pouco de açúcar na mucosa das bochechas, na tentativa de que absorva alguma glicose e a pessoa acorde. Novamente lembramos a possibilidade do paciente aspirar. A administração intravenosa da glicose só deve ser realizada em ambiente hospitalar. 

O que acontece se não for tratada a tempo?

Caso não corrigida rapidamente, a glicemia pode ficar cada vez mais baixa. Hipoglicemias severas podem levar a danos neurológicos.

Deve-se tomar cuidado com hipoglicemias durante a gestação. Quando elas acontecem, háá aumento nos hormônios contra-reguladores (que aumentam a glicose), além da ingestão de alimentos ricos em açúcar. Isto pode causar hiperglicemia, que pode trazer conseqüências para o feto e a mãe. Defeitos neurológicos podem ocorrer em fetos de mães que apresentam hipoglicemias severas muito freqüentes.

É importante tomar cuidado com pessoas com diabetes e insuficiência renal. Neles, a insulina passa mais tempo na circulação, antes de ser eliminada pelo rim. Isto aumenta o risco de hipoglicemia.

Dicas para evitar hipoglicemia

  • O consumo de um lanche antes de dormir (ceia) pode auxiliar na prevenção de hipoglicemia noturna. Os alimentos mais recomendados para este lanche devem conter carboidratos e proteínas (leite ou pão com queijo e presunto, por exemplo);
  • A monitorização nesse horário é extremamente importante. A glicemia deve ser ajustada sempre para que fique em torno de 100 m/dl;
  • Ficar atento à alimentação se fizer exercício físico (especialmente se não programado). É necessário medir sua glicemia para ver se é necessário o consumo de carboidratos extras;
  • Evitar o uso do álcool, principalmente em jejum.

 Fonte: http://www.diabetes.org.br/